«-Eu que fiz!» A produção de curtas-metragens como estratégia tecnológica de autoria, aprendizagem e inclusão (maio 2016)

  • Simone Lindenmeyer Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo
  • Madebe Schmidt Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo
  • Flávia Matias Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo
  • Maria Rosangela Bez Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Palabras clave: curtas-metragens, tecnologia, inclusão, aprendizagem, autoria.

Resumen

Este relato aborda uma prática pedagógica que utilizou a produção de curtas-metragens como estratégia de autoria, aprendizagem e inclusão. O projeto ocorreu no ano de dois mil e quinze, com dez alunos do quarto e quinto anos que frequentavam o chamado Laboratório de Aprendizagem e também alunos com deficiência, que faziam e fazem parte ainda hoje do Atendimento Educacional Especializado de uma escola da cidade de Novo Hamburgo, região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul/Brasil. Propõe uma reflexão e traz visibilidade às diferenças daqueles que chamamos de alunos com dificuldades de aprendizagem e dos alunos com deficiência. Existem diferentes maneiras de se olhar as diferenças que emergem no ambiente escolar. A proposta é de que o leitor experimente contemplar as potencialidades desses sujeitos e não as suas dificuldades ou a sua deficiência; que coloque as lentes da criação, da autoria e do prazer que se constrói e circula a nível das individualidades como da coletividade a partir deste artefato tecnológico-criativo. A produção de curtas-metragens surge como uma ferramenta para demonstrar como o protagonismo do aluno pode ser fortalecido por meio da autoria.

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Biografía del autor/a

Simone Lindenmeyer, Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo
Pedagoga, Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional e Atendimento Educacional Especializado pela Universidade Federal do Ceará; membro da ATRIUM - Grupo de Pesquisas, Comunicação Aumentativa e Alternativa, Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo, Brasil.
Madebe Schmidt, Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo
Pedagoga, Pós-Graduada em Mídias na Educação pela Universidade Federal de Pelotas/RS e em Autismo Grave: inclusão social e escolar (EST/São Leopoldo); membro da ATRIUM - Grupo de Pesquisas, Comunicação Aumentativa e Alternativa, Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo, Brasil.
Flávia Matias, Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, Pós-Graduada em Educação Inclusiva na Universidade Federal de São Carlos/SP e em Autismo Grave: inclusão social e escolar (EST/São Leopoldo); Terapeuta Ocupacional, membro da ATRIUM - Grupo de Pesquisas, Comunicação Aumentativa e Alternativa, Rede Municipal de Ensino de Sapiranga, Brasil.
Maria Rosangela Bez, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Doutora, Programa de Pós- Graduação em Informática, Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Brasil, mesma instituição que esta cursando o Pós Doutorado..

Referencias

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González Rey, F. (2005). Pesquisa Qualitativa e Subjetividade: os processos de construção da informação. Trad. Marcel Aristides Ferrara Silva. São Paulo: Pioneira Thompson Learning.

Minayo de S. O, M. C. S. (2010). desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em Saúde. 12ª Ed. São Paulo: Hucitec-Abrasco.

Moran, J. M. (1993). Leituras dos Meios de Comunicação. São Paulo: Ed. Pancast.

Pereira, J. & Janhke, G. (2012). A produção de vídeo na escola Educar com Prazer. Estudo de caso. Escola Independência Pelotas. Pelotas: ERD Filmes.

Yin, R. K. (2003). Case study research, design and methods. 3rd ed. Newbury Park: Sage Publications.

Publicado
2016-12-30
Cómo citar
Lindenmeyer, S., Schmidt, M., Matias, F., & Bez, M. R. (2016). «-Eu que fiz!» A produção de curtas-metragens como estratégia tecnológica de autoria, aprendizagem e inclusão (maio 2016). Teknos Revista Científica, 16(2), 47-58. https://doi.org/10.25044/25392190.821
Sección
Artículos